Tá No Sangue S.F.C.

Muito toque de lado e pouca objetividade

www.tanosanguesfc.com.br   Por: Márcio Veratti   27/08/2017



Braz toma cartão e desfalca Santos no clássico; Vanderlei e Lucas Lima se safam

Foto reprodução Facebook

O santos empata o quarto jogo seguido marcando apenas um gol, distanciando cada vez mais da conquista do campeonato brasileiro. A falta de objetividade em campo da equipe está fazendo a torcida apenas pensar em se manter na zona de classificação para Libertadores da América.

A tempos o time não vem apresentando um bom futebol, com um jogo "penso" em alguns setores do campo, como na lateral direita com o inofensivo Vitor Ferraz, o famoso cachorrinho de madame, e com a volta de Renato, os toques de lado e para trás voltam a serem prioridade por não terem condições de fazerem mais que isso.

Lucas lima que além de ser o jogador que mais desfalca o Santos por cartões, deve estar sofrendo de depressão, fruto da convivência com Dorival júnior, pois o jogador simplesmente se nega a chutar a bola ao gol preferindo sempre um drible ou um passe, mesmo estando em total condição favorável para o arremate.

O caso de Lucas Lima repara-se com uma bela e longa conversa do técnico Levir Culpi, pois o atleta tem qualidade suficiente para ser mais produtivo e menos covarde. Já Vitor Ferraz teria que nascer novamente com uns 20 centímetros a mais e com um a auto estima melhor. Renato foi ídolo. Repararam na palavra "foi"??? Hoje Renato tem idade avançada e claramente sintomas de cansaço e lentidão nas saídas de bola.

Levir Culpi terá agora pela frente um belo espaço de tempo para refletir bem sobre as condições de alguns jogadores que estão a beira da aposentadoria e outros que nunca significaram nada em campo e sem explicação alguma mantem suas titularidades. E falando em aposentadoria, esse tempo é a chance perfeita para Nilmar provar que pode ocupar a vaga de Ricardo Oliveira e Daniel Guedes no lugar do pequenino e inoperante Vitor Ferraz.

Um dos poucos jogadores objetivos são Copete e Bruno Henrique. Copete com sua clara falta de técnica mas com uma voluntariedade incrível e Bruno Henrique com um condicionamento espetacular, consegue servir e arrematar com facilidade.

Tudo que o torcedor pede é meritocracia, e que as vagas na titularidade sejam preenchidas por desempenho, e não por nomes ou "tradição".