Tá No Sangue S.F.C.

Com discurso de derrotado e sem comando, Dorival inicia segundo semestre prevendo oscilação

www.tanosanguesfc.com.br   Por: Márcio Veratti   15/02/2016   Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press

O técnico Dorival Júnior não espera substituir à altura os jogadores de Seleção (Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press)

Para variar, Dorival Jr. inicia o Campeonato Brasileiro com derrota fora de casa. O estilo de jogo adotado pelo técnico, tornou o Santos um time caseiro e extremamente covarde fora da Vila Belmiro. E ultimamente, Dorival anda dando demonstrações de nem ele acreditar no time, pois ontem em uma declaração, o técnico preveu com um ar derrotado, que o Santos oscilará muito na competição nacional e mostrou mais uma vez sua falta de comando e liderança, quando mandou Vitor Ferraz bater a falta e Gustavo Henrique tomou a frente para a cobrança no minuto final da derrota para o time reserva do Atlético-MG ontem (14).

A impressão que é passada a torcida, é que Dorival deixa essa "coisa de liderança" para Renato, Elano e David Braz, levantando desconfiança de interferência na escalação do time titular e até mesmo nas substituições.

Um clube da grandeza do Santos Futebol Clube, não pode se agigantar apenas jogando em casa. Somos um time que construiu sua linda História conquistando títulos internacionais no Maracanã e pela Europa, acostumando a sua torcida a ver esses onze homens de branco jogando sempre para frente e com coragem. E uma equipe que já teve Dorval, Melgalvio, Coutinho, Pelé, Pepe e um verdadeiro Líder, o Zito, que não comemorava carrinhos e chutões para a lateral e cobrava o time sempre no ataque mesmo com 5x0 no placar, não pode agir como um time pequeno fora de casa! E quando vemos um técnico prever derrotas antes mesmo dos jogos, isso faz nós apaixonados pelo Santos, retorcer nosso coração Alvinegro Praiano.

O Movimento de Sócios do Santos F.C. Tá No Sangue e toda torcida do Peixe, exige uma equipe jogando para frente tanto na Vila Belmiro, como fora. E que o técnico tenha comando suficiente para tomar decisões, sem que jogadores mesmo renomados não interfiram em suas ideias e convicções.